Entenda a reforma administrativa proposta pelo governo Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro elaborou um reforma administrativa, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) propõe o fim da estabilidade de servidores, fim da aposentadoria compulsória como forma de punição, além de proibir a promoção por tempo de serviço.  As medidas valem para novos servidores e mantém intacto os direitos dos servidores atuais.
As pessoas que irão realizar provas de concursos, devem ficar atentas as novas regras, os concursos abertos no sudeste em 2021, ou ainda os concursos abertos no Nordeste em 2021 irão caso a PEC seja aprovada estar sujeitos as novas condições para os futuros servidores, tendo em vista as mudanças é necessário compreender a proposta do governo Bolsonaro.
O texto não afeta servidores antigos,  apesar do presidente propor a PEC com intuito de aliviar os cofres públicos ele optou por aplicar as novas regras para novos servidores. A PEC propõe diversas mudanças que afetam o funcionalismo público.
Dentre as modificações estão a extinção de aposentadoria compulsória, em caso de irregularidade cometida pelo servidor, quando ocorria o servidor se afastava, mas continuava a receber.  Outra proposta é o fim da promoção por tempo de serviço, além da proibição de férias superiores a 30 dias anuais.
Como se trata de uma proposta de emenda à constituição(PEC) o texto precisa ser estudado e votado pela Câmara e pelo Senado, para que assim caso tenha três quintos de votos favoráveis em dois turnos de votação na Câmara e no Senado o projeto vire lei. A votação deverá ocorrer no próximo ano, tendo em vista que as comissões que analisam os projetos de lei não estejam funcionando normalmente. No entanto, o deputado Rodrigo Maia pretende acelerar as votações para que aconteçam no formato remoto.
A reforma abarca todas as esferas do funcionalismo público que atualmente ultrapassa os 10 milhões de servidores. Os profissionais que ingressarem nos órgãos em um cenário com a PEC aprovada estarão sujeitos as novas regras previstas no texto.
Com base nas regras vigentes, os servidores são contratados com a garantia da estabilidade. De acordo com o novo texto a estabilidade acabaria, mas não para todos os cargos, havendo outros regimes de contração. A PEC não afeta os membros dos poderes, para estes as regras permanecem as mesmas, são exemplos desses membros os magistrados e deputados.
A nova aposta do governo propõe que a reforma seja colocada em prática com o objetivo de aperfeiçoar o funcionamento da máquina pública, através da proposta seria possível conter gastos e aumentar a eficiência dos servidores.

O que é a Alta Cultura e a Baixa Cultura?

Você sabe o que é a Alta e a Baixa Cultura? Estes dois termos podem ser mencionados em algumas obras e se você gosta de acompanhar tais temáticas, logo vai entender a diferença entre essas áreas.

Quando falamos de cultura, é importante entender que esta se põe em uma reta atemporal, que não promove distinção de valor e nem coloca nenhuma cultura em excelência. Bem, este, supostamente, seria o ideal de cultura que temos em mente, abrangendo cultura clássica, cultura popular e o que é considerado como alta e baixa cultura.

E por isso, podemos dizer que dessas denominações se tornam um tanto “problemáticas”. Mas antes de partir do pressuposto de desconstrução de tais terminologias, falemos primordialmente das construção social dessas ideias.

O termo “Alta Cultura” é utilizado atualmente para descrever todas as produções consideradas clássicas. A ideia parte do que é considerado tradicional a partir da Cultura Grega Antiga e da Cultura Romana.

A “Baixa Cultura” seria então tudo que surge fora dessa tradição clássica e da ideia do que é válido para a alta sociedade, já que, por muito tempo a cultura foi exclusiva das classes dominantes.

A questão socioeconômica chega a ser somente um dos muitos pontos que esta dualidade promove, pois classificar tal manifestação cultural como vinda de “baixa” cultura, marginaliza artistas e obras.

No Brasil, a concepção de “baixa” cultura se tornou mais evidente por volta de 1960, quando uma nova geração de artistas passou a produzir diversos estilos musicais.

É neste período também que percebe-se a necessidade de manutenção do que pode ser considerado ou não como cultura, uma vez que as produções artísticas refletem espontaneamente a sociedade na qual o individuo está inserido.

Como mencionado em um dos parágrafos anteriores, a cultura, ainda não dita clássica, chegou a ser negada para as classes pobres e por isso, manifestações artísticas surgiram a fim de representar uma outra estilística de realidade conhecida.

Não se pode falar do clássico como uma manifestação cultural superior às demais, mas pode-se dizer que a ideia de “alta” cultura tem base fundada em fatos históricos e abrange tudo que se valoriza a partir de um olhar acadêmico e que pode ser considerada clássica.

Enquanto isso, a “baixa” cultura se constitui a partir de tudo que se encontra fora dessa esfera e apesar de parecer estar distante do ideal imaginado para o que seriam essas formas de expressão, tampouco está abaixo.

Quero escrever o meu próprio livro: Por onde começar?

Está pensando em escrever um livro do zero? A produção textual pode facilmente sair do foco e isto ocorre com escritores de todos os gêneros e por isso, ter um guia básico pode ajudar você!

Leia bastante

O primeiro passo para quem quer começar a escrever é ler bastante. A leitura, independente do gênero, é positiva para diversos aspectos como a expansão de vocabulário, interpretação textual e construção de enredo. Portanto, antes de começar a produzir, leia bastante!

Defina seu gênero literário

O gênero literário será o seu norte para a escrita. Busque gêneros com os quais você se identifica ou acha que pode gerar uma boa história. Vale mencionar que consumir deste gênero escolhido também é uma dica valiosa para quem escreve.

Escolha um assunto para sua obra

Quando você já tiver pensado nos pontos anteriores, é hora de pensar no assunto base da sua obra. E isto não significa que é necessário ter a história em mente, mas sim, o que ela abordará.

Procure inspirações

Buscar inspirações é fundamental para a produção textual, sejam estas inspirações estímulos visuais, físicos ou imaginativos.

Crie um contexto

Quando falamos da elaboração de contexto, é necessário mencionar que toda obra cria uma realidade textual e para que o seu leitor compactue com esta realidade, ela deve ser bem elaborada e coesa em relação ao seu contexto.

Defina seus personagens

Definir os personagens pode parecer uma etapa simples, mas exige cuidado e atenção, uma vez que você, com a sua realidade de mundo e conhecimento da vida estará desenvolvendo múltiplas pessoas que não necessariamente tem a ver com a sua personalidade.

Escolha o tempo verbal da obra

Quem não se sente totalmente apto para desenvolver produções textuais em determinadas línguas, deve estar atento ao tempo verbal da obra. Se você definir que a história está sendo contada no presente, não é recomendado mesclar, por exemplo, para o presente ou o presente contínuo.

Deixe fluir, mas pense em um roteiro

A criação e a imaginação serão seus aliados na elaboração da sua obra e deixá-la fluir é importante, mas pensar em um roteiro irá garantir que você não vai fugir do assunto ou tornar a história em um amontoado de informações sem sentido.

Faça uma boa revisão

Quando finalizar as etapas e chegar ao fim do seu livro, será a hora de dar uma boa revisada. Você mesmo pode fazer isso, ou se preferir, contrate um profissional da língua para fazê-lo.