O que é a Alta Cultura e a Baixa Cultura?

Você sabe o que é a Alta e a Baixa Cultura? Estes dois termos podem ser mencionados em algumas obras e se você gosta de acompanhar tais temáticas, logo vai entender a diferença entre essas áreas.

Quando falamos de cultura, é importante entender que esta se põe em uma reta atemporal, que não promove distinção de valor e nem coloca nenhuma cultura em excelência. Bem, este, supostamente, seria o ideal de cultura que temos em mente, abrangendo cultura clássica, cultura popular e o que é considerado como alta e baixa cultura.

E por isso, podemos dizer que dessas denominações se tornam um tanto “problemáticas”. Mas antes de partir do pressuposto de desconstrução de tais terminologias, falemos primordialmente das construção social dessas ideias.

O termo “Alta Cultura” é utilizado atualmente para descrever todas as produções consideradas clássicas. A ideia parte do que é considerado tradicional a partir da Cultura Grega Antiga e da Cultura Romana.

A “Baixa Cultura” seria então tudo que surge fora dessa tradição clássica e da ideia do que é válido para a alta sociedade, já que, por muito tempo a cultura foi exclusiva das classes dominantes.

A questão socioeconômica chega a ser somente um dos muitos pontos que esta dualidade promove, pois classificar tal manifestação cultural como vinda de “baixa” cultura, marginaliza artistas e obras.

No Brasil, a concepção de “baixa” cultura se tornou mais evidente por volta de 1960, quando uma nova geração de artistas passou a produzir diversos estilos musicais.

É neste período também que percebe-se a necessidade de manutenção do que pode ser considerado ou não como cultura, uma vez que as produções artísticas refletem espontaneamente a sociedade na qual o individuo está inserido.

Como mencionado em um dos parágrafos anteriores, a cultura, ainda não dita clássica, chegou a ser negada para as classes pobres e por isso, manifestações artísticas surgiram a fim de representar uma outra estilística de realidade conhecida.

Não se pode falar do clássico como uma manifestação cultural superior às demais, mas pode-se dizer que a ideia de “alta” cultura tem base fundada em fatos históricos e abrange tudo que se valoriza a partir de um olhar acadêmico e que pode ser considerada clássica.

Enquanto isso, a “baixa” cultura se constitui a partir de tudo que se encontra fora dessa esfera e apesar de parecer estar distante do ideal imaginado para o que seriam essas formas de expressão, tampouco está abaixo.

Quero escrever o meu próprio livro: Por onde começar?

Está pensando em escrever um livro do zero? A produção textual pode facilmente sair do foco e isto ocorre com escritores de todos os gêneros e por isso, ter um guia básico pode ajudar você!

Leia bastante

O primeiro passo para quem quer começar a escrever é ler bastante. A leitura, independente do gênero, é positiva para diversos aspectos como a expansão de vocabulário, interpretação textual e construção de enredo. Portanto, antes de começar a produzir, leia bastante!

Defina seu gênero literário

O gênero literário será o seu norte para a escrita. Busque gêneros com os quais você se identifica ou acha que pode gerar uma boa história. Vale mencionar que consumir deste gênero escolhido também é uma dica valiosa para quem escreve.

Escolha um assunto para sua obra

Quando você já tiver pensado nos pontos anteriores, é hora de pensar no assunto base da sua obra. E isto não significa que é necessário ter a história em mente, mas sim, o que ela abordará.

Procure inspirações

Buscar inspirações é fundamental para a produção textual, sejam estas inspirações estímulos visuais, físicos ou imaginativos.

Crie um contexto

Quando falamos da elaboração de contexto, é necessário mencionar que toda obra cria uma realidade textual e para que o seu leitor compactue com esta realidade, ela deve ser bem elaborada e coesa em relação ao seu contexto.

Defina seus personagens

Definir os personagens pode parecer uma etapa simples, mas exige cuidado e atenção, uma vez que você, com a sua realidade de mundo e conhecimento da vida estará desenvolvendo múltiplas pessoas que não necessariamente tem a ver com a sua personalidade.

Escolha o tempo verbal da obra

Quem não se sente totalmente apto para desenvolver produções textuais em determinadas línguas, deve estar atento ao tempo verbal da obra. Se você definir que a história está sendo contada no presente, não é recomendado mesclar, por exemplo, para o presente ou o presente contínuo.

Deixe fluir, mas pense em um roteiro

A criação e a imaginação serão seus aliados na elaboração da sua obra e deixá-la fluir é importante, mas pensar em um roteiro irá garantir que você não vai fugir do assunto ou tornar a história em um amontoado de informações sem sentido.

Faça uma boa revisão

Quando finalizar as etapas e chegar ao fim do seu livro, será a hora de dar uma boa revisada. Você mesmo pode fazer isso, ou se preferir, contrate um profissional da língua para fazê-lo.